SINDICAL

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De quem é o dever de casa?

Em 2014, quando o Sindical pressionava a direção da Casa pela aprovação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores, nossa entidade contava com o apoio da deputada Celina Leão. A parlamentar manifestou-se, mais de uma vez, em plenário, a favor de nossa reivindicação, reconhecendo que a CLDF estava em falta com a própria categoria. “É importante. Lutamos por tantas carreiras que não são da Câmara Legislativa. Eu acho que é importante nós também fazermos o dever de casa e discutir o plano de carreira dos servidores” afirmou, em sessão realizada há quase um ano. Na época, o discurso de Celina era direcionado ao então presidente da Casa, Wasny de Roure. Se fosse hoje, deputada Celina, para quem seria direcionado seu discurso pela aprovação do PCCR?
É importante que a Câmara Legislativa do Distrito Federal faça o seu dever de casa e valorize seus servidores, sim. E agora, acreditamos, está mais fácil para a deputada por em prática suas palavras.
A aprovação do PCCR é tão importante para os servidores quanto a Pauta de Reivindicações. Até o momento só foi realizada uma reunião com o GMD, quando o secretário geral, Valério Neves, solicitou prazo para apresentação da análise da Pauta de Reivindicações. Até agora, nada. Parece, que a Câmara Legislativa não anda cumprindo o que diz: “O QUE É BOM PARA OS SERVIDORES PÚBLICOS, A CÂMARA APROVA”.
 

PCCR: Até quando esperar

No boletim do Sindical, publicado dia 17 de junho, nossa entidade alertou à categoria para a decisão do GMD de conceder vistas, por 15 dias, para cada secretário executivo tomar conhecimento do conteúdo do Processo 611/2014, (relatório final do MCL). Em uma expectativa pessimista, seriam pelo menos, 75 dias a mais de enrolação. Pelo visto, a espera será maior.
O processo 611/2014 está na CPEO, desde 15 de julho, a pedido do secretário executivo da Terceira Secretaria que recebeu o processo para sua análise em 9 de julho (início da contagem do prazo de 15 dias). Portanto, a deliberação do GMD para que cada secretário executivo  tivesse 15 dias para tomar conhecimento do processo, não está sendo cumprida. Além disso, passados mais de setenta dias, ainda faltam a Primeira Secretaria e a Presidência.
A diretoria do Sindical  decidiu por se reunir com cada um dos secretários executivos, durante o período em que estivessem com o processo. Porém, houve uma única reunião com o secretário executivo da Segunda Secretaria que  encaminhou o referido processo ao secretário executivo da Terceira Secretaria sem nenhuma manifestação.
Pauta de Reivindicações: Vale lembrar que, no dia 20 de maio, esta diretoria do Sindical teve sua primeira reunião com o GMD e, ao final do encontro, foi solicitado pela direção da Casa, um prazo (ainda não definido) para elaboração de uma resposta formal. O chefe de gabinete da Presidência, José Ricardo Grossi, comprometeu-se a agendar com o secretário geral, Valério Neves Campos, reunião para tratar da Pauta. Aguardamos!
 

No DF, Lamoglia renuncia ao cargo de conselheiro no Tribunal de Contas

G1-DF - O conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal Domingos Lamoglia renunciou à Corte nesta segunda-feira (10). O presidente do tribunal, Renato Rainha, encaminhou o pedido ao governador, que precisa comunicar à Câmara Legislativa.

Lamoglia assumiu o cargo em setembro de 2009, mas foi afastado dois meses depois, após por causa das denúncias da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. Ele é suspeito de participar do suposto esquema de corrupção conhecido como mensalão do DEM.

Com a decisão, o processo contra Lamoglia, que corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ), deve ser parado, porque ele perde o foro especial. O caso deve voltar à estaca zero, na Justiça comum.

Lamoglia era braço direito do então governador José Roberto Arruda e apareceu em um dos vídeos do delator do esquema, Durval Barbosa, recebendo dinheiro. Ele passou os últimos cinco anos em casa, mas recebendo salário mensal de R$ 30 mil.

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O imbróglio da vaga de conselheiro no TCDF

Por Denise Vargas

Os bastidores políticos do Distrito Federal estão em polvorosa. O motivo: o preenchimento de vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) em razão de uma possível aposentadoria compulsória do Conselheiro Domingos Lamoglia.

Lamoglia, que foi assessor do ex-governador José Roberto Arruda, no ano de 2009, foi nomeado no cargo de Conselheiro do TCDF, após a aprovação da Câmara Legislativa do Distrito Federal, num processo de arguição e votação de celeridade invejável a qualquer órgão.

Todavia, passados pouco mais de dois meses da sua posse na Corte de Contas, eclodiu na mídia o escândalo político investigado pela polícia judiciária numa operação batizada de “Caixa de Pandora”, tendo como um dos investigados Lamoglia.

O TCDF, diante da notoriedade do caso, instaurou o Processo Administrativo nº 41.070/2009 que resultou num afastamento cautelar do conselheiro.

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